E pras perguntas que você deixou, eu não tenho resposta. Eu até poderia pensar em responder alguma, mas não sei por onde começar. Não tenho mais um ponto de partida. Mas isso, não é necessariamente ruim... é?
Nem tudo que ali estava escrito, se modificou... Certo, boa parte não existe mais, outra grande se modificou, porém, eu não sei até que ponto lembrança se mistura com realidade... Não me importa descobrir, pra falar a verdade. O que me importa, é construir uma nova realidade, pelos motivos certos. Faz sentido? Não sei.
E pras perguntas que você deixou, eu não tenho resposta. Eu ao longo do tempo pretendo descobrir a resposta para as que você deixou, e para as que você nem fez. Falta uma metade de fatos para preencherem o vazio que ficou. O que me diz de preenchermos o vazio com novas frases, ao invés de recorrer às antigas?
E eu nem sei se essas perguntas podem ser feitas atualmente, mas, certamente se não puderem, outras hão de ser feitas, e como respondê-las? De onde partir? Para onde ir? Da onde voltar? Que caminhos pegar?
A resposta para tudo isso, é uma pergunta. E nesse jogo de perguntas e respostas, é que eu vou caminhando bem, bem devagar, como tem que ser, em direção à estrada perdida. A resposta para as perguntas que eu fiz, as respostas para as perguntas que ficaram, as respostas para as perguntas que surgiram, as respostas pras perguntas que não foram feitas, as respostas pra tudo, é de forma bem intrigante, uma pergunta.
E pras perguntas que você deixou, eu não tenho resposta. E sozinho também não consigo e nem quero descobrir nada. Você me ajuda a fazer novas perguntas com novas respostas?
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