Não posso deixar de lado a minha paixão por esse incrível ser místico. A sua história constantemente me causa fascínio, e não é só por toda a beleza e raridade do ser, mas porque tal se assemelha comigo.
A Fênix é a ave das chamas. O fogo é sua principal característica, tal como a minha, astrologicamente falando. A Fênix tem a capacidade de carregar quantidades exorbitantes de peso, e de certa forma, eu também consigo. Não que seja necessário de forma alguma carregar algum peso real, ou seja, algo fisicamente palpável. Mas os pesos morais e ocasionais, costumam acumular-se sobre os meus ombros, mesmo sem o meu consentimento. Mas até que aguento bem a pressão que todos esses pesos fazem sobre mim. E tento me livrar, um por um, mesmo conseguindo levar tranquilamente.
Mas o fato que mais se assemelha, e o que provavelmente me traz mais felicidade, são os ciclos de vida de uma Fênix. A capacidade de morrer, e renascer das cinzas, mais forte do que era, é algo inimaginavelmente importante e presente na minha vida. Nós transformamos o peso que carregamos em chamas. Os pesos nos consomem, e nós renascemos das nossas cinzas, tendo total consciência de porque queimamos, como estamos renascendo, e como evitar se queimar pelos mesmos pesos.
Falta pouco. Falta muito pouco. A nuvem que transformou os dias em noites perpétuas já está se esvaindo, e a luz se aproxima. A Fênix morreu, renasceu das cinzas, e agora levanta voo novamente. Logo a nuvem estará para sempre para trás, junto com todas as cinzas da Fênix.
É hora de voar, em direção à luz que se apresenta aos poucos. A Fênix deixa a escuridão e as cinzas para trás, mirando voos mais altos, objetivos melhores, mas sem esquecer do aprendizado deixado pelo ciclo encerrado de sua vida.
A Fênix então, renasce.
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