Este turbilhão imenso de emoções,
Jamais esteve tão fortemente confuso,
Ansiosos corações,
Caindo na lei do uso e desuso.
Desprezo pelo apreço,
Sentimentos de desentendimentos,
No ânimo do desânimo,
A fumaça dança em meus pulmões.
Trago, como sempre fiz,
Não a fumaça, nem toda a graça,
Mas para dentro,
Toda a dor que nunca quis.
E na maldita,
Espero tudo queimar,
Tudo digerir,
Tudo passar,
Tudo engolir.
A fumaça que entra e sai,
O rosto apático que vê movimento,
A lágrima que cai,
Que quer o fim de todo o sentimento.
Não o tem, e sabe que nunca o terá,
Quando vêm, não sabe se cansar,
Vai além, ele não quer mudar,
Sabe onde isso vai parar...
Mas a maldita, ela não se cansa,
Bate,
Rebate,
A maldita da esperança.
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